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UncategorizedSeptember 30, 2006 9:25 pm

O Google disponibilizou recentemente a versão em português da sua agenda; para incluir um entrada agora basta escrever, por exemplo: “consulta médica 17h30m” . Se sua agenda está em inglês, basta entrar na área de configuração e mudar o idioma.

Serviços na WebSeptember 4, 2006 1:26 am

A Info Exame mantém uma lista de sites web 2.0, dividida por categorias. Quem ficar antenado com tudo o que acontece na web 2.0 deve acessar o Original Signal (em inglês).

Serviços na WebAugust 31, 2006 12:56 pm

Eu estava usando o Pageflakes pois outro serviço, Netvibes, apresentava problema com o Firefox. Mas agora que isso já foi resolvido, mudei de vez para o Netvibes.
Para quem quer acessar seus e-mails, feeds de rss, dezenas de outros serviços como o Meebo (mensageiro instantâneo que se comunica com o MSN, Yahoo, AOL, Gtalk) tudo de um site único - não deixem de testar o Netvibes.

Serviços na Web 12:55 pm

Agenda, e-mail, notícias, blogs, vídeos, porta-arquivos, etc, etc…

Todos nós acessamos vários sites todos os dias, várias vezes ao dia para acompanhar tudo o que acontece em nosso mundo virtual, que é único e exclusivo de cada um dos milhões de pessoas que acessam a internet.

Ainda bem que existem sites como o Pageflakes, que nos permitem criar páginas personalizadas, com o conteúdo que quisermos; o Pageflakes foi a minha salvação ! Numa aba tenho meu google calendar, meus e-mails, a previsão do tempo, meu del.icio.us; em outra aba mantenho as notícias de tecnologia de várias fontes; os blogs e forums sobre produtividade, mapais-mentais e outros assuntos do gênero ficam em outra aba; tenho também ferramentas como calculadora, porta-arquivos, etc.

Tudo num só site ! Ninguém mais precisa ficar pulando de site-em-site.

O serviço é gratuito.

Serviços na WebAugust 4, 2006 4:09 pm

Entre os contatos do Gmail, tenho o cadastro do meu dentista (por exemplo), com nome, telefone, endereço etc.

Quando eu vou incluir minha próxima consulta no Calendar, o Calendar já deveria fazer uma ligação (um link) entre esse compromisso e  o cadastro nos Contatos, de modo que quando eu abrisse o compromisso ou recebesse  um e-mail de alerta, já teria também todos os dados (endereço, telefone) etc., sem precisar entrar nos Gmail/Contatos para pesquisar.

Indo um pouco mais além, pensei em mais 2 coisas:

1. Se uma pessoa que está cadastrada nos meus contatos também usar o Gmail, então qualquer alteração que essa pessoa fizesse nos dados dela (como o número do telefone celular)  deveria ser automaticamente refletida no meu registro, e vice-versa. Com isso acabaria o problema de dados desatualizados. O Plaxo oferece essa idéia a algum tempo, mas acho que sem muito sucesso.

2. Se todo mundo usasse o Google Calendar (médicos, dentistas,  o  técnico da geladeira) qualquer coisa que tenha que ser agendada, então as agendas seriam também dinamicamente atualizadas. Acho que isso poderia ser feito mesmo entre serviços diferentes de agendas, mas que se conversassem entre sí.

Getting Things Done 11:55 am

Tenho que admitir que sou viciado em agendas, calendários, etc, mas mesmo assim continuo um perfeito desorganizado.

Com essa profusão de agendas online, querem me deixar maluco…  O Dagomir Marquezi em sua coluna na Info de Agosto/06 elogia, com razão, o Calendar do Google, realmente uma das mais bonitas, rápidas e fáceis de usar e acho que vou adotar essa mesmo como agenda pessoal (já que profissionalmente sou 100% Lotus Notes). Infelizmente, para sincronizar o Google Calendar com o Palm ou Notes somente comprando um sofware de sincronização (ao menos por enquanto).

Mas para quem tentar outros sites, seguem algumas dicas: Planzo, Hipcal, Airset, Elefante e Plaxo.

Vida profissionalApril 19, 2006 9:01 pm

A minha relação com os computadores pessoais se confunde com a própria história dos computadores pessoais no Brasil. Nós, eu e as outras pessoas da minha geração que curtem informática, fomos privilegiados ao poder viver e curtir cada etapa do crescimento da computação pessoal em nosso país, desde seu nascimento. Há exatos 25 anos atrás, em 1981, eu era um adolescente estudante de eletrônica na ETI (Escola Técnica Industrial) Lauro Gomes e leitor assíduo da revista Nova Eletrônica; fiquei completamente fascinado quando, num determinado mês, a capa da revista anunciava o primeiro computador realmente pessoal e de baixo preço do país, o NE-Z80, uma cópia do computador ZX-80, fabricado pela Sinclair na Inglaterra; claro que o “baixo” preço era simplesmente caro demais para um estudante de nível médio de escola pública; mesmo assim, não deixava de acompanhar todas as reportagens seguintes, lendo os programinhas em Basic e imaginando quando teria oportunidade de ter um computador daqueles. Na verdade, creio que esse micro da Nova Eletrônica (fabricado pela Prológica) nunca chegou a ser comercializado. Ao terminar o colégio técnico, era hora de procurar estágio. Fui trabalhar numa empresa de aparelhos eletrônicos de medição, utilizados na indústria automobilística; devo ter sido um péssimo estagiário pois fui dispensado depois de um mês . Saí em busca de nova oportunidade e onde fui parar ? Na Microdigital, mãe dos famosos computadores TK. Aí a paixão pegou de vez; comecei na empresa na época dos TK-82C, iniciando na revisão dos micros que saíam da linha de produção e mudando depois, definitivamente, para a área de assistência técnica. Lembro-me de várias vezes pedir autorização para ficar após o expediente só para usar os micros e digitar programas em Basic publicados em revistas – tempos bons aqueles. Aqueles micros eram tudo de bom: pequenos, “poderosos” e fáceis de usar; bastava conectar a uma televisão e ter um gravador K7 para gravar e ler os programas. Depois vieram os TK-83, TK-85, TK-90, TK-95, TK-2000 (um “quase” Apple), TK-3000 (um Apple IIe de verdade); tive também um Apple portátil, muito bonito, fabricado não me lembro por quem. Já cursando a faculdade, em 1986, comprei um MSX (HotBit, fabricado pela Sharp) que é o micro do qual eu tenho mais saudades; fiz com ele vários trabalhos para a faculdade, todos devidamente impressos numa impressora matricial Elgin Lady 80, de última geração. Enquanto em casa eu possuía um microcomputador de verdade, na faculdade tínhamos que codificar programas em PL/1 e Cobol em formulários que depois eram digitados no CPD e viravam cartões perfurados; eram vários dias de espera entre enviar os formulários e receber uma listagem de resposta, onde poderíamos ver se o programa havia rodado ou haviam bugs a serem corrigidos. No início da era dos PC, quando a Microdigital já fabricava micros PC-XT e até PC-AT e eu já tinha um PC em casa (na verdade, eram só as placas sem o gabinete, com um monitor CGA âmbar), eu tive a chance de me mudar para outra empresa, justamente para a IBM, mãe dos PCs e tantas outras coisas que temos por aí, onde estou até hoje. Depois que entrei na era dos PCs, passei basicamente por mudanças de software, sem nenhuma mudança radical na plataforma de hardware, apenas upgrades de vez em quando. Foi a época do DOS (3.3, 4.01, 5, 6…), do Geoworks Ensemble (duvido que alguém conheça esse !), e depois do Windows 1.0, 3.1, 95, 2000 e agora o XP, esperando pelo Vista. Ao longo de todo esse tempo, também, experimentei toda a evolução da comunicação entre computadores, até chegarmos à internet como é hoje. No início foi o MSX acessando o vídeo-texto da Telesp com um modem 1200/75bps; depois de um upgrade para um modem de 300bps comecei a (tentar) usar as primeiras BBS; como essas BBS tinham poucas linhas telefônicas, gastava-se horas e horas até conseguir uma conexão. Hoje, com acesso banda larga à internet, ninguém consegue imaginar o que é ficar discando milhares de vezes para uma BBS ou mesmo para os primeiros provedores de internet. Além do anúncio do NE-Z80, o outro que me marcou muito foi o de lançamento do primeiro Macintosh, veiculado uma única vez na TV americana em 1984 (foi exibido aqui no Brasil no mesmo ano, em um programa que apresentava comerciais de TV de outros países). Eu lia com atenção tudo o que se publica sobre o Macintosh – a interface gráfica, os ícones, o mouse eram fantásticos (tudo bem que nada disso foi inventado pela Apple, mas quem se importa). Por aqui, quase tivemos um clone do Mac, feito pela Unitron, mas a Apple consegui impedir junto ao governo brasileiro o seu desenvolvimento e comercialização. Por inúmeros motivos, pessoais, profissionais, financeiros e por falta de conhecimento mesmo, nunca adquiri um Macintosh e na verdade nunca nem usei um. Desde o lançamento do Mac Mini, no entanto, a chama re-acendeu… Nestes últimos 25 anos vivenciamos um período de evolução enorme; socialmente, estamos mais conectados e globalizados; comercialmente, muitos fabricantes e plataformas de hardware e software surgiram, foram revolucionários em suas épocas e desapareceram. No Brasil, sempre estávamos atrás das novidades e lançamentos e quase nada do que estava disponível em outros países conseguiu chegar até nós; muita coisa boa nem passou perto, graças à nossa reserva de mercado. Felizmente, isto mudou. O que temos (até hoje, pelo menos), basicamente, são duas plataformas de computadores pessoais: PC com Windows e Apple com Mac-OS. Mas é visível que está em curso um processo irreversível de convergência entre essas plataformas: qualquer um consegue executar o MacOs em um PC e já se reportou sucesso na tentativa de rodar Windows XP nos novos Mac-Intel. Os especialistas e fofoqueiros de plantão dão como certo que a Apple irá tanto licenciar o MacOs para qualquer outro equipamento quanto adotar o Windows em suas máquinas. Eu me recordo com nostalgia de todas os computadores que possuí ou tive acesso. Mas não posso “ter saudades” de um Mac, porque nunca tive um.